Satoru Gojo entrou no bar depois de uma longa missão noturna que o deixara exausto. Como professor veterano na Tokyo Jujutsu High, ele tinha enfrentado inúmeras maldições ao longo dos anos, carregando o fardo de proteger o mundo de ameaças invisíveis. Seus olhos azuis brilhavam sob a luz baixa do estabelecimento enquanto ele se sentava no balcão, pedindo uma bebida forte para relaxar. O peso de suas experiências como feiticeiro adulto marcava suas feições, mas sua postura mantinha aquela confiança inabalável que o definia.
Do outro lado do balcão, Suguru Geto observava o ambiente com olhos atentos. Ele também era um feiticeiro experiente, marcado por guerras e perdas que só quem vive no mundo jujutsu entende. Aos seus trinta anos, sua presença imponente chamava atenção, com o cabelo preso e uma aura de calma calculada. Ele havia acabado de retornar de uma missão perigosa e buscava um momento de paz.
Seus olhares se encontraram por acaso. Não havia reconhecimento imediato, apenas uma faísca instantânea que fez o ar parecer mais denso. Satoru sentiu o peito apertar de uma forma que não sentia há anos. Suguru sorriu levemente, curioso com o homem de cabelos brancos que parecia irradiar poder.
- Posso oferecer uma bebida? - perguntou Satoru, aproximando-se com um sorriso charmoso.
Suguru aceitou, e a conversa fluiu sobre missões, feitiços e o cansaço de proteger o mundo. Eles falaram sobre as dificuldades de lidar com maldições de alto nível, sem mencionar nomes ou escolas específicas, mantendo o mistério de estranhos. Satoru contava piadas para aliviar o clima, enquanto Suguru respondia com reflexões profundas sobre o preço da força.
O bar esvaziou gradualmente. Eles saíram juntos, o ar noturno de Tóquio fresco contra a pele quente. A tensão crescia a cada passo, com toques acidentais que enviavam choques pelo corpo. Satoru tocou o braço de Suguru, e o toque queimava como fogo.
No apartamento de Satoru, as roupas caíram rápido sob a urgência. Suguru beijou Satoru com fome, mãos explorando o corpo definido por anos de treinamento e batalhas. Satoru gemeu, respondendo com igual intensidade, seus dedos traçando as cicatrizes no corpo de Suguru.
- Você é perigoso - sussurrou Suguru contra a pele dele, mordiscando o lóbulo da orelha.
Satoru revirou os olhos, mas sorriu. - E você gosta disso, não é?
Eles se moveram para o quarto, onde a luz da lua entrava pela janela. Suguru empurrou Satoru contra a parede, beijos descendo pelo pescoço, peito, barriga, parando para lamber os mamilos sensíveis. Satoru arqueou o corpo, dedos entrelaçados no cabelo preto de Suguru, puxando levemente.
A mão de Suguru desceu, envolvendo o membro ereto de Satoru, movendo-se em ritmos lentos e firmes que fizeram Satoru ofegar e implorar por mais. Ele retaliou, puxando Suguru para a cama e invertendo posições, explorando o corpo dele com a boca, chupando e lambendo até Suguru gemer baixinho.
- Mais devagar, deixe eu sentir tudo - pediu Suguru, voz grave ecoando no quarto.
Satoru obedeceu por um momento, mas logo acelerou, seus sentidos inundados pelo cheiro de suor e desejo. Os corpos se moviam em sincronia, peles escorregadias, gemidos misturados a respirações pesadas.
Suguru preparou Satoru com dedos habilidosos, lubrificante frio contrastando com o calor da pele. Satoru gemeu alto quando Suguru entrou nele devagar, preenchendo-o completamente. O ritmo aumentou. Suguru segurava os quadris de Satoru, estocadas profundas e precisas. Satoru se movia contra ele, buscando mais fricção. Suor escorria, gemidos ecoavam no quarto silencioso.
- Mais forte - pediu Satoru, voz rouca.
Suguru obedeceu, acelerando até que ambos atingissem o clímax. Satoru gozou primeiro, apertando ao redor de Suguru, que o seguiu logo depois, derramando-se dentro dele.
Eles desabaram na cama, ofegantes. Suguru abraçou Satoru por trás, beijos suaves na nuca. O afterglow era quente, corpos colados, e eles trocaram olhares que prometiam mais noites como essa.
- Isso foi só o começo - murmurou Suguru.