Oito anos após a Batalha de Hogwarts, Draco Malfoy ocupava o cargo de consultor sênior de poções no Ministério da Magia, responsável por revisar fórmulas de segurança e garantir que poções experimentais não violassem tratados internacionais. Aos vinte e seis anos, ele carregava cicatrizes internas da guerra, um pai preso e uma mãe exilada, mas reconstruíra sua reputação com trabalho meticuloso e silêncio sobre o passado. Hermione Granger, também com vinte e seis anos, chefiava o Departamento de Regulamentação e Controle de Criaturas Mágicas, lutando por leis que protegessem elfos domésticos e lobisomens. Ela havia superado traumas de tortura e perseguição, mas ainda via o mundo com a mesma determinação feroz de quando era estudante. Os dois se encontravam semanalmente em reuniões conjuntas, trocando olhares afiados que misturavam rivalidade antiga e algo mais incômodo.
Naquela noite, o salão principal do Ministério estava decorado para celebrar um novo acordo de cooperação entre departamentos. Lanternas flutuavam no teto, bebidas mágicas circulavam em bandejas e funcionários riam alto, aliviados pela paz conquistada. Harry Potter e Ron Weasley, agora aurors veteranos, estavam presentes com suas parceiras. Durante um momento de descontração, alguém sugeriu uma aposta boba para quebrar o gelo entre ex-alunos de casas rivais. Um colega de Draco propôs que ele e Hermione trocassem um beijo rápido, como símbolo de reconciliação forçada. Hermione corou, mas aceitou por orgulho profissional, dizendo que não fugiria de um desafio tolo. Draco, com seu sorriso de lado característico, concordou, murmurando que ela não teria coragem de ir além do superficial.
O primeiro beijo aconteceu em um canto sombreado do salão. As mãos de Draco, mais largas agora que as de um homem adulto, deslizaram pela cintura de Hermione, puxando-a contra seu corpo magro e treinado. Os lábios dele, frios no início, aqueceram ao contato, e Hermione sentiu um choque de magia residual, como se a varinha dele tivesse tocado a dela. Ela respondeu com intensidade, língua explorando, mãos agarrando os ombros dele. O beijo durou mais que o planejado, respirações entrecortadas, até que eles se separaram ofegantes, olhos escuros de surpresa mútua. Alguém aplaudiu, mas o olhar de Draco prometia que a aposta não terminaria ali. Hermione, coração acelerado, murmurou que precisavam conversar em particular, e ele sugeriu seu apartamento em Diagon Alley, um lugar discreto onde adultos podiam resolver tensões antigas sem testemunhas.
Eles deixaram o Ministério juntos, caminhando pelas ruas iluminadas de Londres bruxa. No apartamento de Draco, com paredes revestidas de prateleiras de poções antigas e vista para a calçada mágica, a conversa começou tensa. Draco serviu vinho elfico e falou sobre sua redenção, sobre como a guerra o forçara a crescer rápido demais, abandonando preconceitos de sangue puro por sobrevivência e culpa. Hermione respondeu com suas próprias memórias, a luta constante contra preconceito, o peso de ser a bruxa mais inteligente da geração, sempre sob escrutínio. As palavras deram lugar a silêncios carregados. Draco se aproximou, tocando o pulso dela, sentindo o pulso acelerado. 'Granger, a aposta ainda está em aberto,' ele disse com voz rouca. Ela não recuou, puxando a gravata dele para um segundo beijo mais urgente.
As roupas caíram devagar no quarto escuro. Draco despiu o vestido de Hermione com dedos precisos, beijando cada centímetro de pele exposta, pescoço, clavícula, seios cheios que ele chupou com fome, língua circulando mamilos duros. Hermione gemeu, mãos enfiadas no cabelo loiro dele, puxando para mais. Ela despiu o paletó e a camisa, explorando o peito marcado por cicatrizes de guerra, traçando linhas antigas com a boca. Draco a deitou na cama ampla, separando suas pernas, boca descendo pelo ventre até o centro úmido. Ele lambeu devagar, saboreando o gosto dela, dedos inserindo enquanto a língua pressionava o clitóris. Hermione arqueou as costas, gemendo seu nome, 'Draco... mais', corpo tremendo com a primeira onda de prazer.
Ele se posicionou entre suas coxas, penetrando devagar no início, sentindo a ela se apertar ao redor dele. O ritmo cresceu gradual, quadris de Draco movendo-se com força controlada, cada estocada profunda acompanhada de beijos roucos e sussurros: 'Você é tão quente, Granger, tão apertada... eu sempre soube que seria assim'. Hermione envolveu as pernas na cintura dele, unhas arranhando as costas, respondendo com movimentos próprios, 'Não pare, Malfoy, mais forte'. Eles mudaram de posição, ela por cima, montando-o devagar, seios balançando, mãos dele apertando os quadris. O suor escorria, gemidos ecoavam, o cheiro de sexo preenchia o ar. Draco a virou de quatro, penetrando por trás, dedos na cintura, beijos na nuca, ritmo intenso até o clímax conjunto, Hermione gritando seu nome, ele soltando um gemido longo contra sua pele.
No afterglow, deitados entrelaçados, cobertos por lençóis leves, Draco traçou círculos na pele dela. 'Isso foi muito além da aposta,' ele admitiu, voz baixa. Hermione sorriu contra o ombro dele, respondendo que talvez precisassem de mais reuniões para resolver tudo. A luz da lua entrava pela janela, marcando o início de algo novo entre ex-inimigos agora adultos e conectados por mais que rixas antigas. Um toque de magia antiga pairava no ar, sugerindo que a noite ainda guardava segredos por descobrir.