Dez anos após a Batalha de Hogwarts, Hermione Granger ocupava uma sala espaçosa no Departamento de Regulamentação e Controle de Criaturas Mágicas, no terceiro andar do Ministério da Magia. Aos vinte e oito anos, ela era uma bruxa experiente cujas cicatrizes da guerra marcavam não apenas a pele, mas também a alma, lembrando-a diariamente das perdas e vitórias. Sua mesa estava coberta de pergaminhos oficiais, relatórios sobre dragões contrabandados e leis que ela própria ajudara a redigir. Draco Malfoy, agora com trinta anos e consultor do Departamento de Cooperação Mágica Internacional, entrou sem bater, o manto negro de lã fina balançando com passos calculados. - Granger, seus relatórios sobre os dragões estão atrasados de novo. O tom dele mantinha o corte afiado de pure-blood, mas os olhos cinzentos, mais suaves após anos de redenção, traíam um calor que não existia nos tempos de Hogwarts. Hermione ergueu o olhar, os cachos castanhos presos em um coque frouxo, a blusa branca justa sobre o peito que subia e descia com a respiração acelerada pela presença dele. - Malfoy, eu não preciso de suas lições de pontualidade. Lembre-se que você ainda está em liberdade condicional pelo que fez na guerra. As palavras saíram afiadas, mas ela se levantou devagar, a saia justa marcando as curvas dos quadris e das coxas que ele não conseguia ignorar. O ar entre eles crepitava com eletricidade antiga, aquela rivalidade de escola transformada em algo mais denso, proibido e irresistível após anos de encontros casuais em corredores do Ministério.
Draco sorriu de lado e fechou a porta com um feitiço silencioso, o clique ecoando como um selo. - Condicional ou não, eu sei que você gosta quando eu tomo a frente, Granger. Ele avançou, prendendo-a contra a borda da mesa de carvalho. Hermione empurrou o peito dele com força, mas o toque durou um segundo a mais, os dedos dela sentindo o calor sob o tecido. O beijo veio como uma tempestade: Draco inclinou a cabeça, capturando a boca dela com urgência, língua invadindo enquanto as mãos ágeis abriam o blazer, expondo a renda fina do sutiã. Hermione mordeu o lábio inferior dele, invertendo a posição ao empurrá-lo para a cadeira giratória. - Eu mando aqui, Malfoy. Ela sentou-se em seu colo, sentindo a ereção crescer contra a calça de linho. Dedos dela abriram o zíper devagar, liberando o membro grosso e pulsante, veias saltadas sob a pele quente. Draco gemeu quando ela o acariciou, polegar pressionando a cabeça úmida, espalhando o pré-gozo. - Você sempre foi teimosa, mas sua mão é tão boa quanto sua boca afiada. - Ele agarrou os cabelos dela, puxando para trás e mordiscando o pescoço exposto, deixando marcas vermelhas que Hermione sentiria depois sob o colarinho. O controle trocou: Hermione se ajoelhou entre as pernas dele, boca quente envolvendo-o por completo, língua traçando cada veia enquanto sugava com força controlada. Draco xingou baixo, quadris empurrando para frente, mãos apertando os ombros dela. - Isso, Granger... mais fundo. Ela engasgou levemente, mas continuou, uma mão massageando os testículos enquanto a outra segurava a base.
Depois, ele a levantou com facilidade, virou-a de frente para a janela que dava para a Diagonal Alée iluminada por luzes mágicas. - Minha vez agora. - As mãos dele rasgaram a calcinha de renda, dedos encontrando a umidade escorrendo pelas coxas. Dois dedos entraram nela devagar, curvando-se para tocar o ponto sensível, enquanto o polegar circulava o clitóris inchado. Hermione ofegou, testa contra o vidro frio, o contraste com o calor interno fazendo-a tremer. - Não pare, Malfoy... use mais força. - O pau dele a penetrou de uma vez, estocadas profundas e ritmadas que faziam a mesa tremer e os pergaminhos caírem. Ela reverteu o domínio ao apertar os músculos internos ao redor dele, fazendo Draco perder o ritmo e gemer contra seu ombro. - Granger... você vai me matar assim. - Ele gozou primeiro, jatos quentes enchendo-a, mas logo a virou, ajoelhando-se para chupá-la até que Hermione gritasse seu nome, pernas tremendo, mãos puxando os cabelos loiros. Os sons molhados ecoavam na sala silenciosa, misturados a respirações pesadas e sussurros de nomes que pareciam feitiços proibidos.
Eles caíram no sofá de couro do escritório, corpos suados e marcados por mordidas e arranhões. Draco traçou as cicatrizes dela com carinho inesperado, beijando cada uma. - Isso não acaba aqui, Granger. Hermione sorriu, beijando o ombro marcado pela Marca Negra desbotada. - Nós dois sabemos disso. O relógio mágico tocou oito horas, lembrando-os dos compromissos pendentes. Eles se arrumaram em silêncio carregado, mas o olhar de Draco prometia mais. Na mansão Malfoy naquela noite, o jogo continuou sem pressa. Hermione chegou primeiro usando um feitiço de invasão discreto, esperando nua sobre a mesa antiga do estudo, pernas abertas e sexo brilhando sob a luz da lareira. Draco a encontrou e ajoelhou-se imediatamente, língua explorando cada dobra úmida, chupando o clitóris com precisão cruel enquanto dedos entravam e saíam. Hermione agarrou os cabelos loiros, ditando o ritmo com gemidos. - Mais devagar... assim, sim. Quando Draco subiu, penetrou-a devagar, Hermione o montou, rebolando com força, seios balançando contra o peito dele. O controle trocava a cada minuto: ele amarrava os pulsos dela com gravata de seda verde, estocando por trás enquanto sussurrava obscenidades no ouvido; depois ela o virava e o dominava por cima, apertando-o internamente até fazê-lo implorar. Gemidos ecoavam pelas paredes antigas da mansão, misturados a nomes sussurrados - Hermione, Draco - enquanto corpos se moviam em sincronia, suor escorrendo, pele colando. Após o clímax duplo que os deixou ofegantes, eles ficaram entrelaçados no tapete persa, o luar entrando pela janela e iluminando marcas vermelhas de dentes e unhas. Hermione traçou a Marca Negra desbotada no braço dele. - Você mudou, Malfoy. Draco beijou a testa dela, voz rouca. - Nós dois mudamos, Granger. O relógio deu meia-noite e Draco se virou para ela, uma nova ideia surgindo em sua mente enquanto o jogo de poder prometia mais uma inversão.