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Início · 2026-09-15 · 4 min de leitura · 🌶🌶

Fagulha no Ministério

Harry Potter ProibidoEscritório

Ginny Weasley caminhava pelos corredores iluminados do Ministério da Magia com passos firmes, a capa preta do Departamento de Jogos e Esportes Mágicos roçando os tornozelos. Aos trinta e um anos, ela já não era a garota impulsiva que jogava quadribol em Hogwarts. A guerra havia deixado marcas: cicatrizes finas nos braços, um olhar mais pesado e um emprego que exigia longas horas revisando regulamentos de varinhas e competições. Oito anos haviam se passado desde a Batalha de Hogwarts, e Ginny construíra uma vida estável, embora solitária. Ela pensava frequentemente nos amigos perdidos, no modo como Harry e Ron haviam seguido caminhos diferentes, deixando-a com uma sensação de que algo sempre faltava.

Luna Lovegood trabalhava no Departamento de Mistérios. Aos trinta anos, ela mantinha aquela aura etérea, mas agora temperada pela maturidade de quem havia enfrentado a morte e sobrevivido. Seus cabelos loiros estavam presos em um coque frouxo, e óculos redondos descansavam no nariz. Ela passava tardes inteiras analisando relíquias antigas, muitas vezes sozinha. O escritório dela ficava no subsolo, longe do burburinho dos corredores principais, e era lá que Ginny bateu na porta numa tarde chuvosa de outubro.

- Ginny? - Luna ergueu os olhos, um sorriso lento se formando. - Faz tempo.

- Nove anos, mais ou menos - respondeu Ginny, fechando a porta atrás de si. O escritório era pequeno, cheio de caixas flutuantes e manuscritos antigos. O cheiro de pergaminho e chá de camomila pairava no ar. Elas conversaram sobre a guerra, sobre como o ministério ainda carregava cicatrizes da época de Voldemort. Ginny mencionou seus irmãos, especialmente George e sua loja na Diagonal, e Luna falou sobre viagens para estudar criaturas em florestas distantes. O chá foi servido quente, as xícaras tilintando suavemente.

Dias depois, Ginny voltou. O formulário precisava de mais uma assinatura, ela disse, mas na verdade queria rever a amiga. Sentaram-se novamente, agora falando sobre quadribol profissional e como Ginny treinava a seleção britânica nos fins de semana. Luna contou sobre um artefato que emitia sons de sussurros do passado, e seus dedos roçaram os de Ginny ao entregar um pergaminho. O toque foi breve, mas deixou um calor na pele de Ginny que ela não esperava.

A terceira visita aconteceu numa noite em que a chuva batia forte nas janelas do ministério. Ginny apareceu sem aviso, carregando dois pastéis de Diagon Alley. Luna sorriu, convidando-a para sentar no tapete ao lado da lareira encantada. Conversaram sobre o passado em Hogwarts, sobre como Luna sempre via criaturas invisíveis e Ginny protegia os mais fracos no campo de quadribol. Ginny admitiu que a guerra a havia deixado cautelosa com relacionamentos, e Luna confessou que nunca havia se sentido inteiramente compreendida por ninguém além dos amigos de escola.

- Você sempre foi a única que me via de verdade - disse Ginny, voz baixa, o fogo refletindo em seus olhos castanhos. Seus joelhos se tocavam agora, as saias de lã roçando.

Luna se aproximou devagar, os olhos prateados fixos nos dela. Seus dedos roçaram o pulso de Ginny, sentindo o pulso acelerado. A tensão que vinha crescendo em semanas de visitas explodiu. Ginny puxou Luna para um beijo urgente, línguas se encontrando, o gosto de chá e pastel misturando-se. Mãos subiram por costelas, abrindo botões com impaciência mas também com reverência, como se cada centímetro de pele revelado fosse uma descoberta.

Elas caíram no chão do escritório, capas jogadas de lado. Ginny abriu a blusa de Luna, beijando o colo exposto, língua traçando círculos lentos nos mamilos rosados que endureciam sob o toque. Luna arqueou as costas, gemendo baixinho, dedos enfiando nos cabelos ruivos de Ginny e puxando levemente. - Mais devagar, Ginny... quero sentir cada parte - sussurrou Luna, a voz etérea agora rouca de desejo. Ginny obedeceu, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado da pele, o cheiro de poção antiga misturado ao perfume floral de Luna.

As saias foram erguidas, calcinhas de renda puxadas para o lado. Ginny lambeu Luna devagar, saboreando o gosto úmido e quente que se espalhava na língua, pressionando o clitóris inchado com movimentos circulares enquanto dois dedos entravam fundo, curvando-se para encontrar o ponto sensível. Luna ofegava, quadris se movendo contra a boca de Ginny, gemidos ecoando baixo para não chamar atenção dos corredores do lado de fora. - Ginny, você é tão boa nisso... não para - murmurou Luna, o corpo tremendo a cada sucção.

Ginny subiu, beijando Luna novamente, compartilhando o gosto íntimo. Luna retribuiu, virando Ginny de costas no tapete macio, dedos habilidosos abrindo-a com cuidado. Dois dedos entraram enquanto o polegar massageava o clitóris inchado, e Luna curvou-se para chupar os seios de Ginny, mordiscando levemente os mamilos. Elas se moveram juntas, gemidos entrelaçados, suor misturando-se, o cheiro de sexo preenchendo o ar úmido do escritório. Ginny gozou primeiro, corpo tremendo em ondas, apertando os dedos de Luna, depois trouxe Luna ao orgasmo com boca e mãos, sentindo os espasmos internos ao redor da língua.

No afterglow, abraçadas no tapete, Ginny beijou a testa de Luna, os corpos ainda quentes e úmidos.

- Isso muda tudo - sussurrou.

Luna sorriu, traçando uma linha no braço de Ginny.

- Sempre mudou.

Fanfic: obra transformativa. Os personagens pertencem a seus criadores; esta história não é oficial.

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