Hermione Granger, aos trinta e três anos, veterana da Segunda Guerra Bruxa e chefe de departamento no Ministério da Magia, caminhava pelos corredores de mármore de uma mansão particular em Diagon Alley estendida. Fazia oito anos desde o fim da batalha, e ela carregava a cicatriz emocional como um distintivo. Fleur Delacour, agora com trinta e dois anos, ex-campeã de Tribruxo e consultora internacional de negócios mágicos, esperava na sala de estudos. As duas tinham se cruzado em reuniões ministeriais, mas nunca sozinhas assim. A tensão entre elas vinha de anos de olhares cortantes e palavras afiadas sobre políticas de integração de criaturas mágicas. Hermione odiava a arrogância de Fleur; Fleur via Hermione como teimosa demais. Hoje, porém, era diferente. Estavam ali para assinar um acordo de cooperação entre o Ministério e a rede de negócios de Fleur. A sala estava iluminada por velas flutuantes. Fleur usava um robe de seda azul que realçava sua beleza veela, mas mantinha a postura profissional. 'Granger, você chegou tarde. Isso não é profissional', disse Fleur com sotaque francês carregado, mas fluente em português. Hermione respondeu sem sorrir: 'Delacour, eu lido com crises reais todos os dias. Não preciso de lições de pontualidade.' Elas se sentaram à mesa. O contrato estava aberto. Mas o ar mudou quando Fleur tocou a mão de Hermione ao passar a pena. O toque foi elétrico. O controle começou a virar. Hermione puxou a mão, mas Fleur sorriu. 'Você sempre foi tão controlada, não é? Depois de tudo que passamos, ainda age como a aluna perfeita.' Hermione sentiu o sangue subir. Ela não era mais a garota de dezoito anos. Era uma mulher que tinha lutado, perdido amigos, construído carreira. 'E você, sempre usando o charme veela para conseguir o que quer.' Fleur riu baixo. 'Talvez eu queira algo diferente hoje.' O jogo começou. Fleur se levantou e caminhou ao redor da mesa, dominando o espaço. Hermione permitiu por um momento, mas então puxou Fleur para perto, invertendo. 'Não me subestime.' Os lábios se encontraram em um beijo intenso. Roupas foram afastadas lentamente, revelando corpos adultos marcados por anos de vida. Hermione explorou o corpo de Fleur com mãos firmes, mas Fleur logo virou o jogo, pressionando Hermione contra a mesa. O controle flipava a cada minuto: Hermione dominando com ordens baixas, Fleur respondendo com toques que faziam Hermione perder o fôlego. Dedos deslizavam por pele quente, bocas exploravam pescoços e seios. Gemidos ecoavam na sala particular. Elas se moviam no chão, tapetes macios acolhendo corpos entrelaçados. Fleur montava no ritmo, mas Hermione a virava, assumindo o comando. Línguas se encontravam em lugares íntimos, causando ondas de prazer. O clímax veio em ondas duplas, controle trocando até o fim. No afterglow, deitadas lado a lado, Fleur murmurou: 'Isso não termina aqui.' Hermione respondeu: 'Nem pense que sim.' As memórias da guerra voltavam enquanto os corpos se acalmavam. Hermione recordava o rosto de Fleur na Grã-Bretanha pós-batalha, a forma como a veela ajudara em missões de resgate. Agora, anos depois, os cargos no Ministério e na consultoria internacional as colocavam em lados opostos de mesas de negociação, mas o desejo as unia. Fleur traçava círculos na pele de Hermione com a ponta dos dedos, sussurrando em francês misturado ao português: 'Você luta tanto para controlar tudo, mas eu vejo o quanto você quer soltar.' Hermione revirava os olhos e respondia empurrando Fleur de volta, prendendo os pulsos dela contra o tapete. 'Eu controlo minha vida desde os dezoito anos. Não vou deixar você ditar o ritmo.' O beijo seguinte era mais profundo, línguas duelando como varinhas em duelo. Mãos desciam pelo abdômen de Fleur, encontrando a umidade entre as coxas, e Hermione sorria ao sentir o corpo da outra tremer. Fleur não demorava a inverter, usando a força veela para rolar Hermione e beijar o caminho até os seios, sugando os mamilos com pressão crescente. Os gemidos de Hermione enchiam a sala enquanto Fleur alternava beijos suaves com mordidas leves. O jogo de poder continuava, cada uma cedendo o controle por instantes para depois retomá-lo com ordens ou implorações. Quando Fleur inseriu dois dedos com habilidade, Hermione arqueava as costas, mas logo depois puxava a veela para cima e assumia a posição superior, movendo os quadris no ritmo que escolhia. A varinha de Hermione, adaptada com um feitiço de vibração consensual, era usada para intensificar as sensações, fazendo Fleur gritar o nome dela. O suor escorria pelas costas, o cheiro de magia e desejo preenchia o ar. Elas trocavam de posição várias vezes: Fleur dominando com ordens em voz rouca, Hermione contra-atacando com toques precisos que faziam a outra implorar. O primeiro orgasmo de Fleur veio com o corpo tremendo sob Hermione, seguido pelo de Hermione quando Fleur a virou e usou a língua com precisão experiente. O segundo clímax foi conjunto, corpos colados, respiração ofegante. Após o auge, o silêncio era quebrado apenas pelo crepitar das velas. Elas se olhavam, sabendo que o acordo ministerial seria apenas o começo de algo mais pessoal e perigoso.
Controle Invertido
Fanfic: obra transformativa. Os personagens pertencem a seus criadores; esta história não é oficial.
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A história não termina aqui. Lilith - um bot de roleplay com IA no Telegram - pega exatamente esta cena e continua com você, do seu jeito.
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