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Início · 2026-08-04 · 5 min de leitura · 🌶🌶

Controle Invertido

Harry Potter BDSMEscritórioProibido

Ginny Weasley caminhava pelos corredores do Ministério das Magias com passos firmes, o manto negro ondulando atrás dela como uma sombra viva. Aos vinte e oito anos, ela era uma das bruxas mais respeitadas na Divisão de Regulamentação de Artefatos Mágicos, cargo conquistado após anos de batalhas e reconstrução. A guerra havia terminado havia quase uma década, mas as cicatrizes permaneciam visíveis em sua postura alerta e no modo como inspecionava cada canto, como se esperasse um ataque a qualquer momento. Seu cabelo ruivo estava preso em um coque severo, mas algumas mechas rebeldes caíam sobre o rosto marcado por linhas finas de preocupação e determinação.

Luna Lovegood, com trinta anos completos, trabalhava como consultora especial em criaturas mágicas raras, uma posição que lhe permitia vagar entre os níveis do Ministério e os manors encantados conectados por portais antigos. Sua presença era sempre inesperada, com aqueles olhos sonhadores que pareciam ver além do óbvio, vestindo uma túnica azul-clara que contrastava com o ambiente formal. Elas se encontraram por acaso no elevador que descia para os níveis inferiores, onde arquivos confidenciais eram guardados. O ar no Ministério cheirava a pergaminho velho e poção de limpeza, misturado ao leve perfume de lavanda que Luna sempre carregava.

- Você ainda usa aquele amuleto que eu te dei? - perguntou Luna, a voz suave mas com um tom que fez Ginny parar, lembrando-se de noites antigas após a guerra, quando o consolo se misturava com desejo bruto e elas se encontravam em segredo para esquecer o passado.

Ginny apertou o botão do elevador mais forte, sentindo o calor subir pelo pescoço. - Não é da sua conta, Lovegood. Mas sim. Ele me lembra que nem tudo precisa fazer sentido, especialmente depois de tudo que passamos.

O elevador parou abruptamente, preso por um feitiço de manutenção que ecoou como um zunido distante. Elas estavam sozinhas, o espaço apertado amplificando cada respiração. Ginny sentiu o ar mudar, denso de tensão acumulada ao longo de anos de encontros furtivos em Diagon Alley ou nos manors abandonados. Luna deu um passo à frente, invadindo seu espaço pessoal, os olhos fixos nos dela com aquela mistura de inocência e astúcia que sempre desarmava a ex-jogadora de quadribol.

- Você sempre gostou de estar no comando, Ginevra. Mas e se eu inverter isso hoje? - Luna sussurrou, os dedos traçando o colarinho da capa de trabalho dela, sentindo a pulsação acelerada sob a pele quente.

Ginny riu, mas o riso saiu rouco, carregado de memórias de como Luna a acalmava após pesadelos com Voldemort. - Tente.

Luna encostou Ginny contra a parede do elevador, os dedos traçando o colarinho da capa de trabalho dela. O beijo veio rápido, exigente, os lábios macios pressionando com uma fome que falava de noites solitárias desde o fim da guerra. Ginny respondeu com força igual, virando os corpos, as mãos explorando curvas conhecidas. Agora era ela quem prendia Luna, os dedos deslizando sob a túnica para sentir a pele macia do quadril, traçando cicatrizes antigas que ambas compartilhavam. O controle mudou de novo quando Luna murmurou um feitiço leve, amarrando os pulsos de Ginny com tiras de luz mágica que não machucavam, só limitavam, brilhando como fios de lua. Ginny ofegou, surpresa e excitada, o coração batendo forte contra o peito.

Elas caíram no chão do elevador, roupas sendo abertas com pressa. Ginny lambeu o pescoço de Luna, mordendo levemente enquanto os dedos deslizavam entre as coxas da outra bruxa, sentindo a umidade crescer sob o toque quente e preciso. Luna gemia baixinho, arqueando o corpo, os seios pressionando contra o manto de Ginny, os mamilos duros roçando na pele. - Você é minha agora, Weasley. Por alguns minutos - Luna disse, a voz sonhadora mas firme, invertendo o jogo ao empurrar Ginny para baixo e montando em seu rosto.

Ginny lambeu com fome, a língua explorando as dobras úmidas, saboreando o gosto salgado e doce de Luna, as mãos amarradas acima da cabeça mas logo usando as pernas para girar Luna, ficando por cima. Os dedos entraram fundo, ritmados, enquanto a outra mão apertava o seio de Luna, os polegares circulando os mamilos sensíveis. Os gemidos ecoavam no espaço fechado, misturados ao som de roupas rasgadas e respirações ofegantes. O poder trocava de mãos a cada movimento: ora Ginny dominava com ordens sussurradas como - Mais forte, Lovegood, me mostre o que você aprendeu na guerra -, ora Luna guiava com palavras suaves e carícias precisas que faziam Ginny arquear o corpo, os quadris se movendo contra a mão da outra.

Luna desamarrou os pulsos de Ginny com um contra-feitiço, permitindo que as mãos explorassem livremente, apertando nádegas e puxando cabelos ruivos. Ginny desceu a boca para os seios de Luna, chupando um mamilo enquanto os dedos continuavam o ritmo dentro dela, sentindo as paredes internas contrair. O cheiro de excitação preenchia o elevador, o calor dos corpos aumentando a temperatura no pequeno espaço. Elas trocaram posições várias vezes: Ginny de joelhos, lambendo Luna até os joelhos tremerem; depois Luna por cima, guiando os quadris de Ginny contra sua coxa, criando fricção deliciosa. Os gemidos se transformaram em suspiros e nomes sussurrados - Ginevra, Luna - enquanto o clímax se aproximava, corpos trêmulos, suor misturando-se, os seios subindo e descendo com respirações rápidas.

Elas chegaram ao clímax juntas, ondas de prazer varrendo os corpos, Ginny mordendo o ombro de Luna para abafar o grito, Luna apertando os ombros da ruiva com força. Depois, no afterglow, Luna traçou padrões na pele de Ginny, os dedos leves sobre as cicatrizes, sussurrando sobre nargles e memórias que uniam as duas veteranas. Ginny abraçou Luna, os corações ainda acelerados, o elevador recomeçando a descer, deixando-as arrumadas mas com olhares promissores. Elas saíram para o manor anexo, sabendo que o jogo continuaria em casa, onde mais inversões de controle esperavam sob a luz das velas mágicas.

Fanfic: obra transformativa. Os personagens pertencem a seus criadores; esta história não é oficial.

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