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Início · 2026-09-22 · 4 min de leitura · 🌶🌶

Aposta que Escapa ao Controle

Jujutsu Kaisen ProibidoEscritório

Satoru Gojo ajustou os óculos escuros enquanto caminhava pelos corredores vazios da Tokyo Jujutsu High. Já passava das dez da noite e a maioria dos alunos dormia nos dormitórios. Como professor adulto e feiticeiro de grau especial com décadas de missões nas costas, ele estava acostumado à solidão depois de batalhas que deixavam marcas. Shoko Ieiri o esperava na sala dos professores, fumando um cigarro pela janela aberta. Ela também era adulta, uma veterana da guerra contra as maldições, com olheiras que contavam histórias de noites em claro curando ferimentos graves.

- Ei, Shoko - chamou Gojo entrando sem bater, o tom brincalhão de sempre. - Nanami e Geto me desafiaram antes de saírem. Disseram que eu não conseguiria te fazer rir de verdade por cinco minutos seguidos sem usar o Infinity. Aposto que consigo.

Shoko soltou uma baforada de fumaça, o jaleco branco aberto revelando a blusa por baixo. Ela era a médica da escola havia anos, lidando com o sangue e a morte que os outros evitavam. - Satoru, você sempre transforma tudo em jogo. Somos adultos demais para essas bobagens de faculdade. Mas se quer perder, tudo bem.

O ar entre eles carregava o peso de anos de amizade próxima, flertes velados e a tensão de quem já enfrentou morte juntos. Gojo se aproximou, tirando os óculos. Seus olhos azuis brilhavam sob a luz fraca. - Cinco minutos. Sem poderes. Só eu e você.

Os minutos começaram. Gojo contou piadas antigas sobre missões passadas, imitou o jeito sério de Nanami. Shoko riu, um som raro que ecoou na sala de professores. Mas algo mudou quando ele parou perto demais. O riso dela morreu e os olhares se prenderam. O que era uma aposta simples virou algo mais quando Gojo tocou o queixo dela.

- Shoko... isso já passou do planejado - murmurou ele, a voz mais grave. Shoko não recuou. Em vez disso, apagou o cigarro e puxou o colarinho dele. - Então vamos até o fim, Gojo. Somos adultos, não é? Não há mais escola para nos segurar.

O beijo foi faminto, anos de tensão liberados de uma vez. Gojo a ergueu sobre a mesa de reuniões, os papéis de relatórios de missões voando pelo chão. As mãos dele exploravam o corpo dela com precisão, abrindo o jaleco e a blusa. Shoko gemia baixo, as unhas arranhando as costas dele enquanto ele beijava seu pescoço e descia pelo colo. Ela era quente, real, não uma ilusão de batalha.

Gojo tirou a própria camisa, revelando o torso marcado por cicatrizes antigas. - Você sempre me viu além do poder - disse ele entre beijos. Shoko respondeu tirando a própria calça, guiando as mãos dele entre suas pernas. O toque dele era habilidoso, círculos lentos que a faziam arquear as costas contra a mesa de madeira fria. Dedos entraram nela, molhados e ávidos, enquanto o polegar pressionava o ponto sensível. Shoko mordeu o lábio para não gritar, mas o som escapou quando Gojo substituiu os dedos pela boca.

A língua dele explorava com fome, lambendo e chupando enquanto as mãos seguravam as coxas dela abertas. O prazer subia rápido, uma onda que Shoko não esperava daquela aposta boba. Ela gozou na boca dele, o corpo tremendo, gemidos abafados contra o próprio braço. Gojo se levantou, limpando os lábios com um sorriso safado. - Ainda aguenta mais, doutora?

Shoko puxou ele para cima, abrindo o zíper da calça dele. O membro dele saltou duro, grosso e pulsante. Ela o tocou, bombeando devagar, sentindo o calor. - Entra em mim agora, Satoru. Sem mais jogos.

Ele a penetrou em um único movimento, fundo e firme. Os quadris dele batiam contra os dela na mesa, o ritmo aumentando. Cada estocada preenchia ela completamente, o som molhado ecoando na sala vazia. Shoko envolvia as pernas na cintura dele, puxando mais fundo. Gojo gemia seu nome, o controle perdido. - Shoko... você é tão apertada... tão boa.

Eles mudaram de posição, Gojo sentando na cadeira e Shoko montando nele, rebolando devagar no começo, depois rápido. Os seios dela balançavam, capturados pela boca dele. O clímax veio juntos, Gojo gozando dentro dela com um rosnado baixo enquanto Shoko apertava ao redor dele, o segundo orgasmo a deixando sem ar. Eles ficaram entrelaçados, ofegantes, suor misturando-se.

O afterglow trouxe silêncio confortável. Gojo acariciava as costas dela. - A aposta foi longe demais... mas não me arrependo.

Shoko riu baixinho, acendendo outro cigarro. - Eu também não. Mas e se alguém voltar?

- Talvez a gente devesse testar de novo amanhã - sugeriu ele, beijando seu ombro. O relógio marcava quase meia-noite, a escola ainda quieta, mas a tensão entre eles renovada para algo maior que uma simples aposta entre amigos adultos.

Fanfic: obra transformativa. Os personagens pertencem a seus criadores; esta história não é oficial.

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A história não termina aqui. Lilith - um bot de roleplay com IA no Telegram - pega exatamente esta cena e continua com você, do seu jeito.

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