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Início · 2026-10-10 · 5 min de leitura · 🌶🌶

Controle em Turnos

Jujutsu Kaisen ProibidoEscritórioBDSM

Satoru Gojo entrou na sala dos professores com aquele sorriso largo que escondia mais do que revelava. A Tokyo Jujutsu High estava silenciosa àquela hora da noite, os alunos já dormindo nos dormitórios. Shoko Ieiri estava encostada na janela, cigarros apagados ao lado, o jaleco branco aberto sobre a blusa social. Ela tinha trinta e dois anos agora, marcas finas de cansaço nos cantos dos olhos depois de anos tratando ferimentos de feitiçeiros e sobrevivendo a guerras que ninguém mais queria lembrar. A sala cheirava a papel velho, café frio e o leve resíduo de fumaça que Shoko deixava para trás mesmo quando não acendia nada. Sobre a mesa central havia relatórios de missões recentes, nomes como Geto e Nanami riscados em anotações apressadas, lembretes de um passado que ainda pesava nos ombros deles.

- Chegou tarde de novo, Satoru. Eu já ia embora - disse ela, voz rouca de tanto falar ao telefone com o conselho. Os olhos dela, semicerrados, avaliavam o homem alto que parou na porta, mãos nos bolsos como se nada no mundo pudesse tocá-lo.

Ele tirou os óculos escuros e os dobrou com calma. O Infinity estava desligado, como sempre ficava quando estavam sozinhos. - Você nunca vai embora de verdade, Shoko. Sabe que eu apareço. Depois de tudo que passamos, depois de Kyoto e das noites em que só você conseguia costurar o que restava de mim, acha que eu deixaria você sair sozinha?

Ela sorriu de lado, controle já testando. - E eu que achava que você era o mais forte. Parece que ainda precisa de companhia. Lembra daquela missão em que Nanami quase não voltou? Você ficou horas ao meu lado enquanto eu trabalhava. Não era só força, era isso aqui. - Os dedos dela subiram pelo colarinho dele, puxando devagar. - Você sempre quis mandar em tudo. Hoje não.

Gojo se aproximou, alto, presença enchendo o espaço. Shoko não recuou. As mãos dela abriram o casaco dele, explorando o peito definido por anos de treinamento. O toque dela era firme, cirúrgico, como se estivesse decidindo onde cortar primeiro. Gojo sentiu o controle escorregar quando ela mordeu seu lábio inferior, o gosto metálico misturando-se ao sabor de café que ainda restava na boca dele.

- Shoko... - murmurou, voz mais grave, as mãos dele subindo pelas costelas dela por baixo do jaleco.

- Silêncio. - Ela subiu na mesa, puxando-o entre as pernas. O jaleco dela escorregou dos ombros. A pele quente sob a luz fraca do escritório. Dedos dela desceram, abrindo o cinto dele com precisão. Gojo tentou inverter, segurando os pulsos dela, mas Shoko sorriu e usou o próprio peso para pressioná-lo contra a mesa. - Hoje eu começo. Você sempre foi rápido demais, Satoru. Hoje vai aprender a esperar.

O beijo foi lento, profundo, línguas duelando enquanto mãos exploravam. Shoko tirou a blusa dele, beijando o pescoço, descendo pelo peito. Os mamilos dele endureceram sob a língua dela, e Gojo gemeu, mãos subindo pelas coxas dela, sentindo a calça social dela apertada. O controle flipou quando ele a virou de repente, pressionando-a de bruços sobre a mesa. Papéis voaram, um relatório com o nome de Geto caiu no chão. - Minha vez - sussurrou ele no ouvido dela, os lábios roçando a pele sensível atrás da orelha.

Shoko riu, arqueando as costas, sentindo a ereção dele contra a bunda ainda coberta pela calça. - Sempre tão impaciente. - Mas deixou que ele abrisse a calça dela, mãos grandes explorando a curva das nádegas, descendo entre as pernas. Dedos dele encontraram calor úmido através da calcinha fina, circulando devagar no início, depois mais firme, pressionando o clitóris inchado. Shoko mordeu o lábio, controle escapando por um segundo quando dois dedos dele entraram nela, curvando-se para encontrar o ponto que fazia suas pernas tremerem.

Eles trocaram de posição várias vezes. Gojo a levantou, ela o empurrou de volta. Roupas caíram ao chão: blusa, calça, sutiã. A calcinha dela ficou presa em um tornozelo enquanto ele se ajoelhava, língua explorando a fenda molhada, lambendo devagar, saboreando o gosto salgado dela. Shoko segurou o cabelo branco dele, puxando e soltando conforme o ritmo mudava. - Mais devagar... sim, assim - gemeu ela, quadril rebolando contra a boca dele. Depois ela o puxou para cima, invertendo novamente, abrindo a calça dele e tomando o pau na mão, masturbando com movimentos longos e firmes enquanto beijava o pescoço dele.

Gojo a penetrou devagar na primeira vez, Shoko gemendo alto, unhas arranhando as costas dele. O som molhado da penetração encheu a sala junto com as respirações pesadas. Depois ela o montou na cadeira, rebolando devagar, controlando o ritmo, apertando ao redor dele. Ele a virou contra a parede, segurando os pulsos acima da cabeça, empurrando fundo, o pau dele deslizando entre as paredes internas dela que pulsavam. Cada inversão trazia novos sons, novos gemidos, suor misturando-se, o cheiro de sexo sobrepondo-se ao de papel e café. Shoko ordenava baixinho - Mais forte, Satoru, me fode como se quisesse me quebrar - e Gojo obedecia, só para depois inverter, segurando os quadris dela e ditando o ritmo enquanto ela gemia seu nome.

Após longos minutos de vai e vem, com Shoko ordenando e Gojo obedecendo, depois invertendo, o clímax veio intenso. Shoko primeiro, tremendo, apertando ao redor dele, Gojo logo depois, rosnando o nome dela enquanto gozava fundo. Eles caíram na cadeira juntos, respiração pesada, corpos adultos marcados por anos de luta, corações batendo em uníssono.

Shoko passou os dedos pelo cabelo branco dele. - Amanhã o jogo continua. - Gojo sorriu contra o ombro dela, já planejando a próxima inversão.

A porta do escritório rangeu de leve no vento, como se convidasse alguém a entrar.

Fanfic: obra transformativa. Os personagens pertencem a seus criadores; esta história não é oficial.

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