No complexo dos Avengers após Endgame, Natasha Romanoff, a Viúva Negra com décadas de missões secretas e cicatrizes de guerra que marcavam sua pele madura de veterana, analisava relatórios em sua mesa quando Wanda Maximoff entrou na sala.
- Precisamos trabalhar juntas nessa, Romanoff. O diretor quer que a gente investigue os artefatos de Asgard que apareceram no quintal - disse Wanda, a voz carregada de cansaço de quem tinha perdido tudo e lutado contra Thanos.
Natasha ergueu o olhar, seus olhos verdes frios como sempre. Elas nunca tinham se dado bem; Wanda via Natasha como uma assassina calculista, Natasha via Wanda como uma ameaça instável. Ambas carregavam o peso dos anos: Natasha com sua experiência em operações que duravam décadas, Wanda com o luto de uma mulher que tinha visto realidades inteiras desmoronarem.
- Ótimo. Eu faço o planejamento, você faz a parte de magia. Não atrapalhe - respondeu Natasha, ajustando o casaco preto que marcava sua figura atlética de veterana.
As horas se arrastaram enquanto elas compilavam dados. A tensão crescia a cada comentário cortante. Wanda mencionou o passado de Natasha no programa Viúva, Natasha retrucou sobre o controle mental de Wanda. O ar no escritório ficava denso, cheiro de café frio e papel impresso misturando-se ao perfume sutil de cada uma. Natasha notava como Wanda mordia o lábio inferior quando frustrada, um hábito que revelava a mulher adulta por trás da bruxa poderosa. Wanda observava os ombros tensos de Natasha, sabendo que por trás daquela frieza havia uma guerreira que tinha sobrevivido a tudo.
De repente, um alarme falso no sistema as forçou a se abrigar juntas em um quarto de equipamentos. O espaço apertado fez seus corpos se aproximarem. O cheiro de suor e perfume caro de Natasha invadiu Wanda. - Sai do meu caminho - murmurou Wanda, mas sua voz falhou quando Natasha a segurou pelo pulso.
- Você treme, Maximoff. Medo ou outra coisa? - provocou Natasha, aproximando os lábios. O primeiro beijo foi explosivo, dentes colidindo, línguas duelando como espadas enquanto mãos experientes exploravam corpos de mulheres que tinham enfrentado o fim do mundo.
Natasha empurrou Wanda contra a parede, mãos deslizando por baixo da blusa vermelha de Wanda, apertando seios firmes e sentindo os mamilos endurecerem sob os dedos calejados de anos segurando armas. Wanda gemeu, retaliando ao enfiar dedos na calça de Natasha, sentindo a umidade quente entre as coxas da espiã. Elas se livraram das roupas rapidamente, corpos nus de mulheres adultas marcadas por batalhas: cicatrizes na pele de Natasha, curvas poderosas de Wanda que carregavam a força de quem tinha manipulado o caos.
Natasha ajoelhou-se, língua explorando o centro molhado de Wanda, lambendo o clitóris inchado com precisão de anos de sedução. O gosto salgado e doce invadia sua boca enquanto Wanda arqueava o corpo, mãos puxando o cabelo ruivo de Natasha. - Mais devagar... não, assim... - gemia Wanda, voz rouca de prazer acumulado. Natasha respondia com lambidas longas e circulares, dedos entrando e saindo devagar, curvando-se para pressionar o ponto interno que fazia Wanda estremecer.
Wanda gozou pela primeira vez com um grito abafado, corpo tremendo contra a parede fria do depósito. Inverteram os papéis. Wanda usou poderes sutis para amarrar Natasha com energia vermelha, abrindo as pernas da Viúva e penetrando com dedos hábeis, curvando-os para acertar o ponto sensível. - Você sempre foi tão controlada... agora veja como você implora - sussurrou Wanda, boca sugando um mamilo enquanto os dedos aceleravam. Natasha gozou gritando o nome de Wanda, corpo tremendo em orgasmo intenso, suor escorrendo entre os seios.
Elas se entrelaçaram no chão, Natasha por cima, esfregando os sexos encharcados uma contra a outra, clitóris roçando clitóris em ritmo frenético. O som molhado de pele contra pele ecoava, gemidos misturados a respirações ofegantes. - Isso não deveria acontecer... mas não pare - murmurou Natasha, beijando o pescoço de Wanda enquanto o clímax se aproximava novamente. Wanda respondia com beijos profundos, mãos apertando as nádegas de Natasha para aumentar o atrito.
Após o clímax duplo, elas ficaram abraçadas, corpos colados, após o brilho do prazer. Natasha beijou a testa de Wanda suavemente. - Isso não muda nada... ou muda tudo - sussurrou Wanda. Mas o alarme soou novamente, forçando-as a se recompor enquanto uma sombra asgardiana se aproximava do complexo.