O bar próximo ao escritório estava lotado naquela noite de sexta-feira, com o cheiro de cerveja e frituras pairando no ar enquanto os adultos exaustos de um longo dia de trabalho conversavam alto. Você, uma assistente administrativa de vinte e nove anos que já havia lidado com prazos impossíveis e chefes exigentes, sorriu ao ver Kento Nanami entrar pela porta. Ele era um homem de quarenta e poucos anos, ex-veterano de guerras contra maldições que haviam marcado sua pele com cicatrizes sutis sob a camisa social impecável, agora dividindo tempo entre o ensino na Jujutsu High e sua fachada de salaryman que odiava. Sua gravata sempre impecável contrastava com o olhar cansado de quem carregava o peso de batalhas passadas, os ombros largos ainda firmes apesar dos anos de luta.
Os colegas de escritório, todos adultos em seus trinta e poucos, começaram a brincar com apostas bobas para aliviar o estresse da semana. Um deles desafiou você a beijar Nanami na bochecha, rindo da seriedade dele. Nanami ergueu uma sobrancelha, o rosto impassível como sempre, mas aceitou com um aceno de cabeça cortês. - Apenas isso - murmurou ele, voz grave e controlada, ecoando a disciplina de um feiticeiro que sobrevivera a incontáveis missões. O beijo leve na bochecha dele enviou um arrepio pela sua espinha, o cheiro de sabonete e um toque de colônia masculina invadindo seus sentidos.
O beijo leve virou algo mais quando você sentiu o calor dele, a pele levemente áspera da barba por fazer roçando sua face. Nanami não era homem de impulsos, mas a noite avançou com mais rodadas de bebidas e risadas. Vocês foram para um canto mais reservado do bar, longe dos olhares curiosos dos colegas. A conversa fluiu sobre missões passadas, sobre como ele odiava o trabalho de escritório mas o mantinha por necessidade financeira e para manter uma vida normal após anos de horror. Você compartilhou suas próprias lutas como adulta independente, falando de noites solitárias e o peso de decisões que mudavam vidas. Nanami ouvia com atenção, os olhos castanhos fixos nos seus, revelando uma vulnerabilidade rara em um homem que via a morte diariamente.
A aposta evoluiu quando outro colega sugeriu algo mais ousado: um jogo de verdade ou consequência que terminou com Nanami convidando você para seu apartamento próximo, a voz baixa e hesitante mas carregada de desejo acumulado. Ele era cauteloso, sempre profissional, mas a tensão de anos de repressão falou mais alto. Ao entrar no elevador, ele ajustou os óculos, olhando para você com intensidade que fez seu coração acelerar. - Isso não era o planejado - disse ele, mas não parou quando você tocou seu braço, os dedos dele envolvendo os seus com firmeza gentil. As mãos dele, calejadas de lutas contra maldições, deslizaram pela sua cintura, apertando levemente enquanto o elevador subia.
O beijo que se seguiu foi profundo, línguas entrelaçadas em um ritmo lento e exploratório, respirações aceleradas misturando-se ao som distante da cidade lá fora. Nanami ergueu você contra a parede do apartamento assim que a porta se fechou, tirando sua blusa com precisão metódica, os botões cedendo um por um sob seus dedos hábeis. Seus seios foram expostos ao ar fresco, mamilos endurecidos sob os dedos dele que os beliscavam suavemente no início, depois com mais firmeza, arrancando gemidos baixos da sua garganta. - Você é linda assim - murmurou ele, a voz rouca, os lábios descendo para sugar um mamilo enquanto a mão livre explorava suas costas. Você gemeu, sentindo o volume duro contra sua coxa, o pau dele pressionando contra o tecido da calça social.
Ele desabotoou a própria calça, liberando o pau grosso e veias pulsantes, já úmido na ponta avermelhada. - Toque - ordenou ele, voz baixa e autoritária, mas com um fio de vulnerabilidade. Sua mão envolveu o membro quente e duro, masturbando devagar, sentindo as veias sob os dedos e o pré-gozo escorrendo. Nanami lambeu seu pescoço, mordiscando a pele sensível, os dentes roçando sem machucar enquanto você acelerava o movimento da mão. O cheiro de excitação preenchia o ar, misturado ao suor leve e à colônia dele.
Nanami desceu, ajoelhando-se para puxar sua saia e calcinha em um movimento fluido. Sua língua encontrou seu clitóris inchado, lambendo em círculos lentos e precisos, depois sugando com fome crescente. Dedos grossos entraram em você, curvando-se para atingir o ponto sensível interno, fazendo você gozar pela primeira vez naquela noite, o corpo tremendo com espasmos intensos enquanto gemidos ecoavam pelas paredes. - Goze para mim - incentivou ele entre lambidas, os olhos erguidos para os seus, cheios de desejo contido.
Ele se levantou, posicionando o pau na entrada molhada e quente. Empurrou devagar, preenchendo você centímetro por centímetro até estar completamente dentro, o alongamento delicioso arrancando um suspiro longo. O ritmo começou controlado, estocadas profundas e ritmadas que faziam seus corpos colidirem com sons úmidos, suor misturando-se na pele. Nanami segurava seus quadris, puxando para mais fundo, o pau batendo no fundo enquanto você apertava ao redor dele, os músculos internos contraíam em ondas.
A segunda vez foi mais intensa, ele virando você de bruços no sofá, entrando por trás com uma estocada firme. Uma mão na sua nuca, a outra esfregando seu clitóris inchado em círculos rápidos. - Mais forte - pediu você, e ele obedeceu, aumentando o ritmo até os quadris baterem com força, o som de pele contra pele ecoando. Você gozou de novo, apertando-o com força, o que o fez gozar dentro, jatos quentes enchendo você enquanto ele rosnava seu nome com a voz quebrada de prazer. - Isso... você me faz perder o controle - confessou ele após, o corpo pesado sobre o seu.
Após o clímax, ele a puxou para um abraço, limpando o suor da testa dela com cuidado, os dedos traçando linhas suaves na pele marcada por beijos. - Não esperava que fosse tão longe - admitiu, mas o sorriso raro no rosto dele mostrava satisfação profunda. A luz da manhã entrava pela janela quando ele beijou seu ombro. - Talvez devêssemos repetir, mas com mais tempo.