No composto dos Avengers, meses após o fim de Endgame, Natasha Romanoff revisava mapas holográficos na sala de estratégia. Veterana de guerras que haviam custado vidas de amigos e inimigos, ela carregava o peso de décadas de missões secretas. Sua postura era impecável, o traje preto ajustado ao corpo treinado para matar e sobreviver. Wanda Maximoff entrou com passos determinados, o rosto marcado pela perda de Visão e pela batalha contra Thanos. Ambas mulheres adultas, moldadas por dor e poder, foram obrigadas a trabalhar juntas numa missão em Asgard para recuperar um artefato que ameaçava realidades.
- Você vai me atrapalhar de novo, Maximoff? - disse Natasha, voz baixa e cortante. - Fique atrás e siga minhas ordens. Não preciso de poderes instáveis bagunçando tudo.
Wanda ergueu uma sobrancelha, energia vermelha cintilando nos dedos. - Eu não sou mais a garota que você treinou, Romanoff. Já enfrentei exércitos. Posso lidar com deuses sem sua aprovação.
A rivalidade vinha de anos. Natasha via Wanda como um risco, uma civil com poderes caóticos. Wanda via Natasha como fria, manipuladora, incapaz de confiar. A ordem de Fury as forçou a cooperar: duas agentes adultas, ambas com histórico de sangue nas mãos, enviadas ao reino de Thor para negociar com Heimdall e recuperar o artefato antes que caísse em mãos erradas.
A viagem pelo bifrost foi silenciosa, mas carregada. Em Asgard, palácios dourados e céus estranhos aumentaram a tensão. No quarto compartilhado, discussões sobre táticas duraram horas. Natasha insistia em stealth, Wanda em usar magia para encurtar o caminho. Durante o treinamento noturno sob luzes alienígenas, corpos se aproximaram em combate simulado. Natasha agarrou Wanda pelos pulsos, sentindo o calor da pele. - Você é teimosa demais. - Wanda respondeu com um impulso de poder que fez Natasha cair, mas não sem puxá-la junto, corpos rolando na grama macia.
A noite antes da missão, após uma discussão acalorada sobre um plano falho, o atrito explodiu. Natasha encostou Wanda contra a parede dourada do quarto. - Você me irrita todos os dias, mas não consigo tirar você da cabeça. - O beijo foi urgente, mãos experientes deslizando por curvas definidas por anos de luta. Roupas caíram devagar, revelando cicatrizes de batalha em pele adulta. Natasha beijou o pescoço de Wanda, mordiscando suavemente enquanto sussurrava: - Tão forte, tão linda quando usa esse poder. - Dedos traçaram o caminho até entre as coxas, encontrando umidade quente. Wanda gemeu, respondendo com toques leves de magia que vibravam contra a pele de Natasha, intensificando cada sensação.
Elas se moveram para a cama larga. Natasha desceu beijos pelo peito de Wanda, língua circulando mamilos duros, ouvindo os gemidos roucos da outra mulher. - Mais devagar, Romanoff... eu quero sentir cada parte. - Wanda puxou o cabelo ruivo, guiando a boca para baixo. Natasha usou a boca com precisão de espiã, lambendo e sugando até Wanda arquear as costas, chamando o nome dela entre suspiros. Trocaram de posição, Wanda explorando o corpo de Natasha com dedos e língua, traçando linhas de cicatrizes antigas. Os corpos entrelaçaram-se, quadris se movendo em ritmo crescente, gemidos ecoando enquanto dedos entravam e saíam, línguas se encontravam em beijos profundos. O clímax veio em ondas: primeiro Natasha, tremendo sob o toque de Wanda, depois Wanda, apertando o corpo da rival enquanto o poder vermelho pulsava ao redor delas. Repetiram o ato, explorando ângulos novos, diálogo misturado a gemidos - Você é tão molhada para mim, rival - até o cansaço as levar ao afterglow.
Abraçadas nas cobertas, Natasha traçou círculos na pele suada de Wanda. - Isso não muda que somos rivais. Mas talvez possamos ser mais.
A porta se abriu com um estalo distante, sugerindo que a missão ainda as esperava.