No complexo dos Avengers, anos após o Endgame, Steve Rogers caminhava pelos corredores silenciosos do prédio principal. Como capitão aposentado e ainda líder honorário da equipe, ele carregava o peso de décadas de batalhas que haviam moldado seu corpo e sua alma. Aos mais de cem anos cronológicos, mas com a vitalidade de um homem na casa dos quarenta graças ao soro, Steve sentia cada cicatriz como um lembrete de tudo o que perdera. Bucky Barnes, seu amigo de infância e agora parceiro de equipe, treinava no ginásio abaixo. Bucky também era um veterano de guerra endurecido, com mais de um século de vida nas costas, incluindo anos congelados e forçado a servir como assassino. Ambos eram homens adultos maduros, marcados pela experiência militar, por perdas irreparáveis e pela responsabilidade de proteger o mundo.
A atração entre eles sempre existira, mas permanecera proibida por décadas. Steve via Bucky como irmão de armas desde os tempos da Segunda Guerra Mundial, mas algo mais queimava por baixo da superfície da amizade. Bucky sentia o mesmo, seus olhares demoravam mais do que o normal durante as reuniões da equipe. Após uma missão difícil em Asgard, eles se encontraram na sala de estar do complexo. Steve serviu café quente, mãos tremendo levemente ao notar como a luz da lua destacava o braço metálico de Bucky.
- Bucky, você tem evitado falar sobre o que aconteceu em Asgard - disse Steve, voz baixa e rouca, carregada de preocupação genuína de quem compartilhara trincheiras.
Bucky respondeu com seu sotaque de Brooklyn, ainda presente apesar de tudo: - Não é fácil, Steve. Depois de tudo que passamos, você é o único que entende o peso disso. Eu vejo você olhando para mim diferente desde que voltamos. Não finja que não sente.
O ar ficou denso de tensão não resolvida. Steve se aproximou devagar, tocando o braço metálico de Bucky com dedos calejados de anos de luta. O toque acendeu faíscas que subiram pela espinha dos dois. Bucky puxou Steve para um beijo hesitante mas intenso, línguas se entrelaçando enquanto anos de tensão reprimida eram liberados em gemidos abafados. O beijo provava a urgência de dois homens adultos que sabiam o que era perder tudo.
Eles se moveram para o quarto particular de Steve no andar superior do complexo. Roupas foram removidas devagar, revelando corpos marcados por cicatrizes de guerra, balas e experimentos. O peito largo de Steve, definido pelo soro e por treinos diários, contrastava com o braço vibranium de Bucky. Steve beijou o pescoço de Bucky, mordiscando suavemente a pele quente, sentindo o pulso acelerado sob os lábios. Bucky gemeu baixo, mãos explorando o abdômen musculoso de Steve, traçando linhas antigas de ferimentos.
- Isso é errado, mas eu quero você agora - sussurrou Bucky, voz rouca de desejo acumulado.
Steve respondeu, ofegante: - Eu também. Sempre quis desde a guerra, mas nunca pude dizer. Você é meu Bucky, meu tudo. Deixa eu cuidar de você como homem pra homem.
A culminação foi explícita e prolongada. Steve preparou Bucky com lubrificante encontrado na mesa de cabeceira, dedos deslizando devagar para relaxar o anel muscular apertado, ouvindo os gemidos de Bucky ecoarem no quarto silencioso. O cheiro de suor e desejo preenchia o ar enquanto Steve posicionava o membro duro contra a entrada de Bucky, empurrando centímetro por centímetro com paciência de veterano. Bucky arqueou o corpo, apertando os lençóis, sentindo a invasão quente e completa. Movimentos ritmados começaram devagar, acelerando conforme a paixão crescia, com Steve murmurando elogios sobre o corpo forte de Bucky e Bucky respondendo com ordens roucas para ir mais fundo. Eles mudaram de posição, Bucky por cima agora, cavalgando Steve com quadris experientes, o braço metálico apoiado na cabeceira enquanto o outro tocava o próprio membro latejante. O clímax veio em ondas, com Bucky gozando sobre o peito de Steve e Steve liberando dentro dele, corpos tremendo em união.
O afterglow trouxe conversa suave sobre o futuro, com Steve acariciando o cabelo escuro de Bucky. - Isso muda tudo entre nós, mas eu não me arrependo nem um segundo. Somos adultos, sobrevivemos ao impossível.
Bucky sorriu pela primeira vez em meses, os olhos claros brilhando de satisfação e medo ao mesmo tempo. O que aconteceria na próxima missão quando a equipe descobrisse?